4 EXEMPLOS DA APLICAÇÃO DO BIG DATA EM TURISMO

A tecnologia é uma importante aliada do setor do turismo e viagens. Na verdade, hoje em dia, tudo o que se relaciona com o comportamento do consumidor transforma-se em dados.

O conhecimento desses dados possibilita aos gestores do turismo personalizar cada vez mais a experiência dos consumidores, com base em informação de gostos, hábitos e preferências. Graças ao Big Data, é possível monitorizar os turistas e adaptar as estratégias de negócio para que a oferta se adeqúe às necessidades dos consumidores.

Cientes do potencial do Big Data, hoje em dia, existem já muitas organizações que põem em prática estratégias com base nestas informações. Neste artigo, apresentamos 4 exemplos práticos.

  1. SMARTBANDS

São as chamadas pulseiras inteligentes e funcionam através de sistemas de radiofrequência. Permitem abrir quartos, registar consumos em bares, restaurantes ou SPAs, armazenar dados de cartões de crédito ou até servir como passe rápido em parques como a Disney. No caso de famílias com crianças, é também possível monitorizar consumos e acessos a redes sociais. Esta tecnologia tem a vantagem de oferecer mais conforto, segurança e diversão aos turistas.

  1. GEOLOCALIZAÇÃO

Enviar aos turistas ofertas e vantagens personalizadas com base em geolocalização já é possível em alguns destinos. Com base em dados de tráfego, clima no local, historial de pesquisas, reservas e gastos, é possível personalizar as ofertas em função do perfil do consumidor.

  1. AEROPORTOS 4.0

O objetivo é saber tudo sobre as pessoas que passam pelo aeroporto. Os dados fornecidos pelos passageiros e seus equipamentos permitem aos gestores dos aeroportos planear de forma mais eficaz os serviços e recursos à sua disposição, minimizando tempos de espera e barreiras físicas. A tendência será ir mais além, transformando os aeroportos em autenticas aerocidades.

  1. CHECK-IN PERSONALIZADO

Hoje em dia é possível personalizar a experiência dos turistas utilizando informação das suas preferências pessoais e de viagens prévias. Estes dados permitem antecipar as preferências de quartos (localização, ar condicionado, iluminação, etc.) ou check-in personalizado, deixando, por exemplo, os bombons favoritos do cliente no quarto.

Tirar o máximo partido do Big Data, em termos de definição de estratégias, é um fator crítico de sucesso para destinos e organizações. Ignorar esta tendência pode mesmo ditar o insucesso de projetos turísticos.

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