FÉRIAS DOS PORTUGUESES: 5 GRANDES TENDÊNCIAS PARA 2017

Segundo um estudo do IPDT, em parceria com a Soltrópico e a Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura da Madeira, 91 por cento dos portugueses pretendem viajar em 2017.

Com base no elevado número de pessoas que manifestam intenção de ir de férias é possível antever um ano muito positivo para o turismo nacional. A grande parte dos inquiridos revela que vai fazer short-breaks ao longo do ano, enquanto que 74% tencionam fazer períodos de férias de média-longa duração em 2017. É sobre esses que vamos centrar este artigo.

Para compreender melhor os hábitos de férias dos portugueses para 2017, o IPDT destaca cinco grandes tendências:

1. Agosto vai continuar a ser o mês de eleição

Os meses preferidos para as férias mais longas apresentam um perfil diferente do observado para os short-breaks, destacando-se o mês de agosto, seguido de julho, setembro e junho.

2. Sol e mar vai ser a grande motivação para escolha do destino

Relativamente aos principais motivos de escolha dos destinos para as férias de longa duração, destaca-se o sol e mar seguindo-se a cultura e a natureza. Face aos short-breaks, o sol e mar ganha preponderância nas férias longas.

3. Destinos nacionais vão liderar as preferências

Quase metade dos portugueses vai fazer férias em Portugal, destacando-se o Algarve entre os destinos nacionais (31%). A nível internacional, segue-se Espanha com 17% de intenções de visita e outros destinos Europeus de proximidade (Itália, Reino Unido e França).

4. Portugueses vão ficar alojados em hotéis de 3 e 4 estrelas

Os hotéis de 3 e 4 estrelas ou a casa alugada vão ser as tipologias preferidas para os períodos de férias mais longos em 2017. De seguida destacam-se a casa de familiares/amigos, os hotéis de 5 estrelas e os hostels.

5. Vão predominar as reservas online

A internet vai continuar a ser o meio privilegiado para efetuar a marcação dos períodos de férias em 2017, embora se espere um aumento na importância das agências de viagens tradicionais, quando se comparam estes resultados com os obtidos para os short-breaks.

O estudo do IPDT foi desenvolvido entre os dias 14 e 28 de novembro de 2016.

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