COMO DEFINIR O TURISMO DE LUXO (1 DE 2)

Os turistas de luxo, hoje em dia, sabem precisamente o que querem. Não escolhem serviços ostensivos, mas procuram a tranquilidade, o luxo discreto e viagens com foco em experiências autênticas. Quem são estes viajantes que se destacam no setor e de que forma encaram o seu tempo de lazer?

QUEM SÃO OS TURISTAS DE LUXO?

Enquanto indivíduos com diferentes objetivos, interesses e motivações, os turistas de luxo podem dividir-se em:

  • Ativo: Turista independente e culto que procura um período de férias ativo e uma experiência de viagem autêntica e altamente personalizada, independente do preço. O seu tempo é precioso, daí a rejeição por roteiros e atividades generalistas e pré-formatadas.
  • Explorador: Viajante disposto a pagar um preço alto em troca de umas férias fora do comum, em locais únicos e inóspitos.
  • Pretendente: Deseja um alto nível de qualidade e conforto. Dá atenção ao status social e é muito exigente em termos de serviço. Este viajante acaba por ser mais um seguidor de tendências do que, propriamente, pioneiro na escolha dos destinos.
  • Jovem: Grande utilizador da internet que procura incessantemente o melhor valor possível. Tem menos poder de compra do que a média do turista de luxo. Muitas vezes com um bom rendimento familiar e sem filhos, tem a possibilidade de viajar fora das épocas altas, a preços atrativos.
  • Padrão: Turista que apanha um avião ou um cruzeiro de lazer para relaxar e mudar de ambiente, sem qualquer preocupação financeira ou economia de meios.

ONDE FICAM ALOJADOS E COMO SE DESLOCAM?

Como o componente mais importante de qualquer viagem, o alojamento, neste caso, de luxo, divide-se em três grandes categorias:

  • Hotéis de Cidade (clássicos, boutique ou design, de ambiente excecional)
  • Resorts e Spas (hotéis de praia, de golfe, montanha, etc.)
  • Villas e propriedades para alugar (com serviço de hotel)

O transporte é também parte fundamental de qualquer viagem. Com o aumento do turismo de massas e a disseminação de companhias aéreas com o conceito low cost – low fare, nem sempre transporte é sinónimo de luxo. No entanto, podemos indicar alguns setores de transportes que se incluem no turismo de classe alta, nomeadamente, o avião (classes executivas, primeira classe ou aviões privados) e cruzeiros ou comboios que combinam alojamento e transporte, oferecendo extremo conforto e muita segurança.

Nos próximos artigos voltaremos a abordar o tema para darmos a conhecer um pouco mais sobre o universo dos turistas de luxo.
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